"Algumas coisas são verdade, quer você acredite nelas ou não.
City of Angels
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LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. 
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10. CULPA



  Sem mais uma resposta de Arthur, marchei até a entrada do colégio. Assim que passei pela porta, um palavrão gritou em minha mente. Iron estava parado com os polegares nos bolsos e um sorriso de lado. No mesmo instante senti a raiva percorrer meu corpo como se fosse sangue.
- Eu não acredito nisso – disse entre dentes.
- Sem drama dessa vez, ok? – ele falou se aproximando.
- Sem drama? – repeti – Olha aqui, eu não tenho mais nada pra falar com você – disse com raiva.
- Mas eu tenho e você vai me escutar – ele estava convencido.
- Ai é que você se engana – dei meia volta e entrei no colégio.
- Isso é ridículo – Iron disse vindo atrás de mim enquanto eu percorria os corredores sem nem saber qual direção seguia.
- Iron, eu não quero falar com você! Será que não desiste? – virei pra ele – Você não disse que ia embora? – perguntei a ponto de explodir.
- Isso foi há algum tempo – ele balançou de leve a cabeça – As circunstâncias mudaram – um sorriso de lado encheu seus lábios – Fiquei com saudade.
- Faça-me um favor! – bufei e voltei a andar.
- Se você me escutar, faço até dois – ele ainda estava me seguindo.
- Você não tem vergonha na cara? Eu bati em você!
  Só percebi que havia chegado ao ginásio quando vi o banheiro diferenciado dos jogadores do outro lado do corredor e Arthur encostado na porta de acesso à quadra e à piscina.
- Guarda Costas! Como vai? – Iron disse com a voz sarcástica quando ficamos mais perto dele.
  Arthur nem um segundo olhou para mim. Suas narinas inflaram, o azul de seus olhos congelou e quase pude ver a raiva cegá-lo.
- O que está fazendo aqui? – sua voz era quase um rugido e seus olhos se estreitaram.
- Quero falar com a nossa garota – Iron não estava nem um pouco abalado.
- Nossa? – repeti com desdém.
- Iron, você está passando dos limites – Arthur estava se controlando, pude ver isso pelo modo como seus punhos estavam cerrados junto ao corpo.
- Não tenho limites – Iron disse – Agora relaxe e diga a Sammy para me escutar por dois minutos.
- Está me achando com cara de palhaço? – Arthur avançou um passo. Meus olhos estavam arregalados, eu não sabia o que fazer.
- Não, idiota – Iron parecia entediado – Olhe, sei que está com ciúmes porque beijei sua namorada, mas ela o ama – ele fez uma careta – Acredita que levei um tapa dela? Mas se eu a quisesse, a teria naquele instante. Você nem imagina o quanto é fácil fazê-la ceder – ele parecia impressionado – Sinceramente, se não a conhecesse, pagaria alguns dólares a ela.
  Eu não o vi se mexer, mas em uma batida de coração Arthur e Iron estavam dentro da quadra. Ainda em choque, vi o vulto dos dois rolando no chão. Meus olhos não conseguiam acompanhar todos os movimentos, mas sabia que os dois se esmurravam.
  Um segundo após, Arthur imobilizou Iron no armário do outro lado da quadra, sua mão apertando a garganta dele, enquanto a outra esmurrava seu rostorepetidas vezes.
  Iron estava a ponto de desmaiar, quando Arthur pareceu cessar. Ele soltou a mão de sua garganta e se afastou um pouco, Iron milagrosamente se recuperando, fazendo Arthur reagir, reiniciando a briga.
- Parem! – gritei quando a agonia deixou meus músculos contraídos. Agora eu podia ver todos os moimentos. Os chutes, murros e sangue.
  Os dois pararam e vi Iron segurando Arthur pela gola da camisa. Ele se aproveitou da situação e jogou Iron contra a parede. Ele caiu agachado e limpou o sangue que escorria do canto de sua boca e de seu nariz.
  Arthur soltou um grunhido e em meio segundo o vi derrubar Iron. Eu estava a ponto de vomitar quando vi a luta dos dois pararem exatamente por um segundo. Iron estava perto da piscina e vi quando Arthur cambaleou para trás com uma das mãos no abdômen e Iron deu mais um murro em seu rosto.
  Meus pulmões esvaziaram completamente e ao ver Arthur vulnerável, uma raiva assassina me dominou. Iron estava se preparando para bater novamente quando o empurrei para a piscina com toda a minha força.
  Por um segundo vi os olhos de Arthur – os machucados em seu rosto – e no outro senti meu corpo sendo puxado para baixo.
  Um volume de água enorme inundou minha boca e meu nariz, meus pulmões se alimentando de água quando involuntariamente minhas narinas procuraram por ar. Tentei voltar à superfície, mas sentia que meu corpo estava pesado o bastante para me impedir. Minhas pernas que antes se debatiam, desistiram e uma cortina escura começou a aparecer nas laterais de minha visão.
  Senti um braço envolver minha cintura e puxar meu corpo, a cortina desaparecendo e o ar voltando a meus pulmões.
- Sammy! – Arthur chamou da borda da piscina – Olhe o que você fez! Poderia tê-la matado! – ele gritou e me tirou da água, o braço de Iron soltando-se de meu corpo.
- Eu... – Iron balbuciou.
- Sammy? Sammy, você está bem?- Arthur tinha entrado em desespero. Agora era o seu braço que envolvia minha cintura, dando-me apoio para ficar de pé. Seus dedos seguravam meu queixo, mantendo minha cabeça ereta.
- Sim – murmurei respirando ofegante. Meu nariz e minha garganta ardiam e meus pulmões estavam doendo um pouco. Fora isso, nada.
- Sammy – Arthur disse em meio a um suspiro de alívio e me abraçou, ficando molhado.
- Sammy – olhei para trás e vi Iron estagnado e todo encharcado já do lado de fora da água.
- Você ficou louco? Sabe o que fez? – Arthur berrou.
- Como eu ia adivinhar que ela não sabe nadar? – Iron rebateu.
- Agora a culpa é dela? – Arthur estava furioso – Você se apóia nela e a culpa é dela?
- Parem, por favor – soluços brotaram de minha garganta enquanto lágrimas escorriam por meu rosto - Eu não aguento mais, vocês estão me deixando louca – grunhi prendendo os dedos em meu cabelo molhado.
- O que está havendo aqui? – Sr. Davis marchou até nós.
- Sammy! – Sophia disse chegando após um segundo.
- Então, quem vai responder? – o diretor nos encarava.
- Nós brigamos – Arthur respondeu contra a vontade.
- Não Mason, vocês estavam treinando para as olimpíadas. Sei que foi uma briga, escutei os berros, ainda não estou surdo – ele estava com muita raiva – E você, Srta. Brandow? Alguma explicação? – ele levantou as sobrancelhas.
- Ela tentou nos parar e...
- Pois não, Srta. Brandow? – Sr. Davis encarou Arthur.
- Eu me afoguei – disse percebendo que minha garganta doía – quando o empurrei – olhei para Iron que me encarava perplexo.
- O que está fazendo aqui? – ele perguntou a Iron.
- Não sou seu aluno – Iron respondeu com desdém.
- Eu sei, não perguntaria isso se fosse. Mas não adianta. Os três pra diretoria. Brandow e Mason preparem seus pais para assinarem a expulsão de vocês – ele se virou enquanto Sophia me encrava de boca aberta.
- Não – murmurei e voltei a chorar.
- Sammy... – Arthur começou.
- Sai – me encolhi.
- Sr. Davis? – Iron chamou.
- Sim? –ele virou.
- Foi culpa minha. Entrei aqui, provoquei o Mason, insultei Sammy e... – Iron olhou para mim – Foi culpa minha, totalmente – Iron parecia não acreditar no que estava fazendo.
- Ah, é? Que bom que temos uma explicação. Pois muito bem. Uma semana de suspensão para vocês – Sr. Davis nos encarou – E quanto a você – ele olhou para Iron – tem sorte que eu estou num dia bom e não vou chamar a polícia por vandalismo. Desapareçam daqui – ele disse – todos vocês – e saiu da quadra.
  Iron me encarou por mais alguns segundos, depois saiu ensopado do ginásio.
- Toma Sammy – Sophia colocou seu casaco em minhas costas enquanto andávamos para o estacionamento.
- Obrigada – sorri de leve ainda com algumas lágrimas caindo de meus olhos.
- Você está bem? – já era a terceira vez que Arthur perguntava.
- Estou, pare de perguntar – respondi.
  Quando chegamos ao estacionamento fui em direção a meu carro.
- Aonde vai? – Arthur segurou minha mão.
- Para casa – respondi o óbvio.
- Vou levar você.
- Não – neguei.
- Sim, eu vou – ele insistiu.
- Sammy, é melhor você ir com ele – Sophia aconselhou.
- Mas...
- Por favor – Arthur pediu.
- Droga, minhas coisas – grunhi.
- Eu pego lá dentro. Amanhã te entrego – Sophia disse – Te ligo de noite – ela piscou e voltou para o colégio.
- Vamos – Arthur colocou a mão em minhas costas e me conduziu até seu carro.
  Eu estava cansada de tudo aquilo e hoje havia sido o cúmulo. Eu ainda não havia entendido direito o que havia acontecido, mas sabia que seria assim até o fim. Arthur me protegendo enquanto Iron tentava me matar. E eu sabia que isso não podia continuar acontecendo, precisava acabar. As últimas lágrimas de meu estoque se derramaram e depois só havia o silêncio e um vazio dentro de mim enquanto eu encarava a estrada passando pela janela.
  Ao chegarmos, Arthur me levou até a porta, nós dois sem dizer uma única palavra. Quando virei para agradecer pela carona, vi que os arranhões estavam vermelhos e um pouco inchados. Eu não podia minar minha preocupação com ele.
- Droga – minhas sobrancelhas se uniram.
- O quê? – ele perguntou confuso.
- Seu rosto – respondi erguendo a mão para tocar de leve em um de seus machucados. Ele franziu o cenho – Venha, vou cuidar disso – suspirei e peguei sua mão, levando-o para meu quarto. Deixei-o sentado em minha cama e fui ao banheiro pegar a caixa de primeiros socorros – Isso vai arder – avisei antes de colocar no algodão água oxigenada.
- Ai – ele grunhiu quando passei no machucado em sua bochecha.
- Desculpe, anjo – murmurei. Sua expressão se suavizou e sorri de leve.
  Quando terminei de limpar tudo e colocar cicatrizante, fui ao banheiro guardar a caixa. Ao voltar, ele se levantou e antes que eu chegasse até ele, Arthur se aproximou.
- Desculpe por hoje – ele estava sendo sincero – Mas não consegui me controlar quando Iron ofendeu você.
- Obrigada por ter me defendido.
- Me desculpe – ele deu um suspiro pesado – Não queria que você tivesse que intervir. Quando vi você desfalecendo... – ele estremeceu – Eu quis matá-lo – ele parecia estar confessando um crime, o pior deles.
- Eu senti a mesma coisa quando ele bateu em você – minha voz não passava de um sussurro – Eu o odeio tanto.
- Por um segundo eu ouvi seu coração parar de bater. Foi o silêncio mais duradouro e torturante.
- Eu estou bem – sorri levemente e toquei em seu rosto, unindo as sobrancelhas quando ele se encolheu por causa dos machucados.
- E enquanto seu coração estiver comigo – ele tocou o pingente que lhe dei – eu também estarei – um sorriso torto encheu seus lábios e ele me puxou em um abraço, fazendo todo aquele dia complicado se resumir a uma vaga lembrança.

♥ ♥ ♥

- Como você está? – Sophia ligou para minha casa à noite porque meu Iphone estava com ela.
- Bem, obrigada.
- Você me deixou muito preocupada.
- Desculpe – disse envergonhada.
- Por falar nisso... – e ela começou a rir – O que Diabos foi aquilo?
- O quê? – perguntei confusa.
- Eu sabia que você não sabia nadar, mas não tinha a menor noção de que era tanto assim! – ela tinha espasmos – Sammy, você não sabia nem como bater o pé!
- Não acredito que você está fazendo isso – grunhi ficando vermelha.
- Tirando a parte que você quase foi dessa pra melhor, ou não, foi hilário.
- Pare de rir, você está parecendo uma foca!
- Blá! – ela falou e soltei uma risada – Mas quero saber uma coisa.
- O quê? – perguntei curiosa.
- Como você consegue fazer com que Arthur e Iron briguem por você?
- Não pense que é bom – disse pensando nos motivos para ter os dois.
- Não, imagina! Você só tem o lindo e sexy do Iron de um lado e do outro o perfeito e irresistível Arthur. Isso deve ser entediante.
- Sophia! – reclamei quase sorrindo.
- Sério Sammy, enquanto eu não pego nem catapora de terceira mão, você está com um sobrando!
- Você não pega nem catapora? Que mentira Sophia!
- Ah, mas aquele já faz um tempinho e estou falando de namorado!
- Ele queria namorar você.
- Eu sei, mas ele era muito burro e não tenho vocação pra professora.
- Você quer o garoto perfeito.
- Não. Meus requisitos são poucos. Bonito, inteligente e rico. Não é pedir muito – quase pude vê-la olhando para cima com a mão no queixo, pensando...
- Não! – ironizei – Procura só um que tenha os dois primeiros. Acredite, é difícil.
- É verdade. Mas voltando ao assunto. Iron todo molhado – quase pude vê-la se abanando – O que era aquilo? – revirei os olhos – Mas vamos lá, antes que eu hiperventile. Como foi sua tarde?
- Cuidei dos machucados de Arthur.
- Iron estava bem pior. Que coisa mais linda! A médica e o lutador de luta livre. É o casal perfeito. Ferida e cicatrizante. Encaixam-se perfeitamente – imaginei seus dedos se entrelaçando no ar.
- Sophia, faça-me o favor!
- Amanhã levo suas coisas ai. Uma semana, hein?
- É. Contei para o meu pai há pouco.
- O que ele disse?
- Ele ficou tão preocupado com meu afogamento que nem se importou.
- Ah, então está tudo certo – imaginei-a dando de ombros.
- Vou desligar, estou morta.
- O que um Mason e um Reidy não fazem! Droga, sinto que estou precisando de um companheiro.
- Não. Você está precisando de um extintor de incêndio – sorri e desliguei.
  Deitei na cama e dessa vez não precisei fitar o teto para conseguir dormir. Minha mente e meu corpo estavam cansados e em segundos apaguei.

♥ ♥ ♥

- Aqui estão suas coisas – Sophia disse na quinta enquanto eu saia do carro.
- Obrigada – sorri de leve e coloquei uma alça da mochila no ombro.
- Seu Iphone. Não se importa de eu ter gastado seus créditos, não é? – ela parecia receosa.
- Não, é de conta e não sou eu que pago – disse despreocupada – Você não demorou muito, não é? – perguntei ao lembrar seu vício em ficar horas a fio pendurada no telefone.
- Não. Vinte minutos, no máximo – ela deu de ombros.
- Ótimo.
- Como você está? – ela perguntou enquanto íamos para a entrada do colégio.
- Bem. A garganta ainda dói um pouco, mas nada demais.
- Você vai pra praia esse final de semana? – ela me analisou.
- Por que não iria? – respondi confusa.
- Lá tem água e você acabou de se afogar.
- Tem areia também – lembrei-a.
- Alguém mais sabe desse incidente? – perguntei temendo por sua resposta.
- Não que eu saiba.
- Trouxe o desenho da sua roupa – Ashley saltou na minha frente no meio do corredor.
- O quê? – perguntei.
- Não se preocupe, controlei as ideias dela – Melissa me tranquilizou.
- Deixe-me ver – estendi a mão.
- Que roupa? – Sophia perguntou ao meu lado. Pude senti-la com os olhos em meu rosto.
- Hmmm... Vou jantar na casa dos Mason domingo. Apresentação de famílias – disse num tom indiferente enquanto analisava o conjunto de linhas que estava no papel.
- Gostou? – Ashley estava quase tendo um ataque de nervos.
  Olhei o vestido que Melissa havia desenhado. Não estava do jeito que imaginei, era mil vezes melhor. Ele era preto, acima do joelho e pelo que pude ver marcava a cintura e o quadril. Era um tomara que caia com decote em “V” e atrás ele se seguia arredondado, terminando um pouco acima da base das costas.
- É lindo, obrigada Melissa – sorri.
- De nada – ela retribuiu meu sorriso.
- Sabia que você ia gostar – Ashley disse entusiasmada.
- Você gostou? – perguntei a Sophia.
- Sim, muito – ela respondeu ainda olhando para o papel em minhas mãos.
- Só preciso pegar suas medidas – Melissa disse, enquanto Ashley tirava da bolsa uma fita métrica.
- Aqui? – olhei para o corredor cheio de alunos.
- É rápido – Melissa deu de ombros. Com a ajuda de Ashley e Sophia em menos de três minutos Melissa tinha feito tudo.
  O dia foi normal, exceto pelo fato de que Arthur estava com um cuidado um tanto exagerado por conta de sua nova descoberta: Minha falta de habilidade em bater os pés e puxar a água. Insisti dizendo que eu estava bem, o que não o convenceu muito, mas por fim ele parou de me perguntar qual era o meu estado.
  À tarde fiz minha pesquisa sobre Shakespeare e ouvi atentamente Nathália me contar que Evan a havia procurado e que ela tinha dado um gelo nele, mandando-o decidir.
  Após o jantar, subi para meu quarto e fiz minha pilha de lição de casa. Sophia parecia que tinha adivinhado, porque assim que comecei a resolver as questões de geometria analítica, ela me ligou para tirar dúvidas sobre o assunto. Quando terminei de resolver tudo, comecei a ler o assunto que o Sr. Williams estava lecionando, mas o sono surgiu e parei na metade do capítulo.

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O resto da semana passou como um jato. Contei para meu pai que iria para a praia no sábado, no começo ele tentou me convencer a levar Nathália, mas para minha surpresa ela não quis ir. Na sexta, depois que as aulas acabaram, fui com as meninas comprar meu biquíni, Miguel tinha visto no noticiário que o final de semana ia ser quente e que possivelmente chegaria a máxima de 25°C previstos para junho.
- Não, nada de verde! Não quero parecer uma árvore ambulante pelo meio da praia - disse quando Bianca me mostrou um biquíni.
- E esse Sammy? Não é verde. - sugeriu Myllena.
- Vou levar esse! - Anita pegou um biquíni rosa na arara.
- Não gostei muito, vermelho, acho que não fica bom - analisei o biquíni com lacinho nas laterais.
- Sammy, vem aqui. Tem muitos biquínis bonitos - Beatriz chamou.
- Olha esse! – Sophia mostrou.
- Desse eu gostei, muito. - sorri - O que vocês acham?
- É lindo - disse Ashley e Beatriz.
- Vou ficar com ele. Já escolheu o seu Ash?
- Já sim, vai ser esse roxo com lilás - respondeu ela me mostrando o biquíni. O roxo e o lilás estavam numa harmonia delicada.
- O seu é lindo Sammy, gostei das listrinhas e esse azul bem escuro. Ficou bem legal – Melissa elogiou.
- Obrigada. Vamos pagar?
- Vamos – Sophia disse.




Romance de:

 
Continua...

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