capa do livro da ilha Whiskey por Emilie RichardsEm uma única palavra descrevo A Última Taça como PEDANTE. Não é um livro ruim, mas a autora não teve organização alguma ao escrever e na maior parte das vezes você você não sabe bem o que está acontecendo. Uma hora a autora fala das irmãs, logo depois está descrevendo trechos da época da lei seca nos estados unidos.

Resumindo 570 páginas de pura enrolação!

Acredito que se a ideia inicial tivesse sido mais bem organizada o livro tivesse me agradado mais. O tema ligado ao contrabando de bebidas e a máfia é bom, os conflitos interpessoais das irmãs é interessante, mas ficar nessa coisa de um capítulo no presente, outro capitulo no passado sem tem ter ao menos concluído ou finalizado o anterior é de dar na paciência.

Confesso que quando li estava bem no inicio da minha febre por livros e ser vista lendo um livro que parecia um tijolo me dava bastante orgulho. Felizmente amadureci e notei que o que importa é o conteúdo não a quantidade de páginas.

O enredo foi tão enrolado que confesso a vocês que não me recordo da trama, apenas o tema que já sitei, então vou ficar devendo um breve resumo do que rola no livro, mas acredito que que o pouco que já contei seja o suficiente para que vocês fujam desse livro.

Realmente é perder tempo lendo ele.


A última taça
♥ A Última Taça ♥

A última taça é uma história repleta de drama e suspense sobre a vida de três irmãs, Megan, Peggy e Casey, que vivem momentos decisivos em suas vidas ao mesmo tempo em que descobrem um legado oculto que as leva à Irlanda, sua terra natal.

2 Comentários

  1. Uma pena, pois o enredo, como tu disse, poderia render um bom livro, se fosse bem desenvolvido.

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    1. É verdade. O tema foi bem escolhido porém mal desenvolvido e desorganizado.

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