Ontem, quem estava sintonizado na Rede Globo teve o privilégio de rever Até o Limite da Honra com Demi Moore. Eu, particularmente, sou suspeita para falar qualquer coisa sobre esse filme, pois sou simplesmente apaixonada por ele.

Apesar da visão feminista do filme eu não o vejo dessa forma. Eu vejo um jogo politico, sujo, para promover uma determinada senadora... Ninguém na verdade quer que a tenente O'Neil se dê bem no treinamento para Fuzileiro Naval, só querem saber até onde ela poderia chegar para elevar a opinião dos governantes e população.

Infelizmente para eles e felizmente para nós, Jane não é do tipo de mulher que desiste facilmente. Ao desacatar o comandante da base ela decide ser como qualquer outro militar em treinamento na base.

Ela raspa a cabeça e se entrega a pesadas horas de treinamento. Sofrendo pressões físicas, psicológica e morais, não apenas dos seus comandantes, mas também dos próprios colegas de equipe.

Com competência ela dribla todos os obstáculos para provar que uma mulher pode ir além do que é aceitável a ela.

O filme passa obstinação e a necessidade de se entregar inteiramente a um ideal. Até o Limite da Honra nos ensina que devemos lutar pelo que queremos, sejam eles impossíveis ou possíveis e que a determinação pode nos levar onde queremos.

Esse sim é um ótimo filme para ver e rever sempre que possível, pois a cada nova sessão ele nos mostra alguma forma de lutar pelos nossos ideias.

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