ED. 129
Bestse//er
Nova Cultural


A MAIS ESCANDALOSA DAS PAIXÕES

A guerra deixou uma cicatriz na face do conde de Ashby... e também em sua alma. Mas, antes de ser gravemente ferido e se esquivar da sociedade, o destemido nobre fora um notório conquistador... É então que Izabel Aubrey, uma linda dama da aristocracia, ousa se aproximar do nobre recluso e decide ajudá-lo a superar a aversão que tem de si mesmo. Flerta com ele... e o conde corresponde. Ela o convida para um baile de máscaras, ao qual ele aceita ir... só para arrebatá-la com um apaixonado beijo. O problema é que Izabel já tem um noivo e, apesar de sua atração pelo conde, sabe que precisa rejeitá-lo. No entanto, nada nesse mundo é mais forte do que a paixão que acaba por levá-la para a cama dele. Nada do que conhece é mais erótico ou excitante. Agora Asbhy pede que Izabel fique com ele, embora isso possa significar sua ruína. Ela sabe que não deve dizer sim, e o conde mascarado não permite que ela diga não. Para conquistar seu corpo e seu coração, ele dá início ao um plano ultrajante, que só mesmo um sedutor poderia arquitetar... e ao qual mulher nenhuma poderia resistir.

PALAVRA DE VICIADA.

Olha, eu gostei. Me emocionou muito e acredito que a tradutora conseguiu encontrar a essência da inspiração da autora. Só achei que ficou faltando alguma coisa, mas eu recomendo e completo: quem gosta de romances com mascarados vai gostar por que o Páris é lindo de morrer sem falar que o homem é o pecado em pessoa e as cicatrizes dele, que nem são tao feias quanto as de outros mocinhos que já li, emprestam a ele um ar selvagem, sexy. Misericórdia! E a Izzy ainda fica arrumando encrenca quando aquele deus de perfeição a pede em casamento. Sem falar que se esse homem existir eu quero um pra mim... ô homem gostoso! Quem leu sabe do que eu estou falando...rsrsrsr.
O primeiro beijo dos dois é mágico! Eu achei que a escritora encontrou a perfeição ao descrever a cena a seguir:

(...)
Santo Deus! Era até onde haviam chegado sete anos antes, quando Ashby se afastara bruscamente. Porem, dessa vez, recusava-se a deixá-lo agir da mesma forma. Passando os braços ao redor da cintura musculosa, correspondeu com avidez, dando vazão ao antigo desejo.
- Ashby... – murmurou, inclinando a cabeça para trás e aprofundar o beijo como se sua vida dependesse daquilo. Colou os lábios no bele, buscando almejando, incapaz de resistir à intensa virilidade que aquele homem emanava. Seu beijo era divino, mais do que divino, era totalmente sublime. Extasiada, agradeceu a Deus por ser tão afortunada. Ashby a beijava com a paciência e a habilidade de um mestre sedutor, inundando-a com a riqueza de sentimentos e sensações.
- Já basta – disse ele, não permitindo mais que um suspiro entre suas bocas.
- O que foi? – perguntou Izabel (...)
- Isto. Nós. Na noite em que nos beijamos, você despertou um demônio dentro de mi. Quem pensaria que uma jovem inocente podia beijar como a própria Afrodite? Você me deixou louco para beijá-la desta maneira. Não como um homem que beija uma criança, mas como um homem que beija uma mulher. (...)
Jamais, todos os seus sonhos de juventude, Izabel imaginara ser beijada daquela maneira. Todas as paixões e os anseios do mundo se concentravam no movimento macio dos lábios generosos e na exploração completa daquela língua audaciosa que devassava todas as reentrâncias de sua boca. (...)

Perfeito não? Mas agora que te deixei com água na boca vou logo ao que rola e a mais um fragmento de uma parte que eu achei linda.

O QUE ROLA:

Izabel é apaixonada pelo melhor amigo de seu irmão desde os quinze anos de idade. E agora precisava da ajuda dele para levar ao Parlamento uma proposta de lei que beneficiaria as mulheres que perderam seus supridores na guerra e ninguém melhor do que Ashby, mas as marcas da guerra estão gravadas não apenas no coração do conde, mas também em seu rosto e assim que o vê pela primeira vez após dois anos de reclusão da parte dele ela descobre que o que sentiu por ele no passado ainda está lá em seu coração. Mesmo que ele a trate mal e lhe diga coisas duras ela sabe que não é realmente ele que está dizendo e sim seus sofrimentos e decidida ela toma a iniciativa de libertá-lo da clausura em que vive.
Absh se culpa por ter matado o irmão de Izabel e seu melhor amigo, por isso não voltara a se encontrar com a família do amigo, mas quando Izabel aparece em sua casa com uma proposta louca ele não resiste e as lembranças das quais ele tentara apagar de seu passado voltam e a única coisa que ele sabe é que quer ter Izabel em sua cama. Agora ela não é apenas uma menina é uma mulher feita, e muito bela capaz de virar a vida de um homem de cabeça para baixo. Mas a culpa ainda o corrói ele não pode ficar com Izabel com aquele culpa e com aquele rosto. Ela precisava de alguém jovem para se casar e ele a queria... sentimentos conflitantes que o levava a um impasse. Mesmo afastando Izabel com palavras duras ele se arrepende após ler uma antigas cartas que ela havia mandado a Will. Decidido conquista-la ele lança de todos os meios para tê-la para sempre ao seu lado. Mas seria Izabel capaz de abandonar tudo para se casar com ele e viver uma vida reclusa ao seu lado? Seria possível que apenas uma noite os tivesse unido de forma mágica e selvagem para separá-los de forma tão dura. A única coisa que Izabel queria era que ele voltasse a sociedade e a cortejasse como qualquer outro homem faria. E ele faria isso por ela, ele a amava e seria capaz de enganá-la com a ajuda de amigos para reconquistá-la, mas o perigo os ronda não apenas a reputação de Izzy está em perigo a de Sophie, sua amiga, mas a da casa de caridade que eles haviam criado se o credito que tinham na sociedade acabasse como poderiam ajudar as famílias que deles necessitavam? Ashby tinha um plano, mas precisava da colaboração da amada...

Após se vestir de homem e uma discussão com Ashby:

(...)
- Parabéns, milorde. Acaba de escapar de se ligar a uma jovem estúpida, infantil e imprudente que amanhã á noite será conhecida como uma rameira estouvada!
Ashby a seguiu, apressado, e a alcançou em algumas passadas. Em seguida, deslizou o braço em torno da cintura delgada e a puxou para o banco próximo ao jardim de rosas, sentou-a ao seu lado e a manteve firme em seus braços.
- Sabe o que aconteceu comigo nesse banco há sete anos?(...) Apaixonei-me por uma linda, doce e inteligente adolescente com o coração maior do mundo. Com um único beijo, ela me libertou do abismo escuro em que meu coração se encontrava e o iluminou com amor e ternura. Mas essa criatura angelical me era proibida, pois não passava de uma criança e eu um homem feito. Então, fiz a coisa mais estúpida e impetuosa possível. Pedi outra mulher em casamento. No suportaria ansiar por algo que nuca poderia ter. Por sorte alguém nas alturas teve pena de mim e uma bola de fogo me livrou da bruxa à qual eu iria me ligar. Porem havia um preço a pagar pela liberdade. Paguei-o desejando, rezando... até o dia em que um milagre aconteceu na forma de um lindo anjo me procurando, uma mulher adulta mais radiante do que a luz do sol, mais doce do que um sonho, e afirmou ainda me amar... (...) Depois de contar minha historia, acha que permitirei que o meu anjo caia nas mãos de um bastardo calculista ou qualquer homem que não seja eu? (...) Agora você dirá que fim terá a minha historia. (...) Devo ficar com meu anjo, o amor da minha vida, minha luz, minha adorada deusa do desejo e da beleza e torna-la minha eterna companheira? Ou devo cair no abismo escuro e frio da minha antiga existência?
- Deve ficar com ela.
- (...) Serei o homem mais feliz do mundo se arrumar um lugar nele(coração) para um idiota como eu.
(...)
- Desculpe-me, cavalheiro, mas todo o espaço dele foi arrebatado há muito tempo por um hussardo que eu beijei nesse mesmo banco.
(...)
- E quem seria esse afortunado?
- É você meu amor. (...)


Achei linda essa parte e como estava inspirada no domingão tive de colocar para que vocês tivessem o gostinho de uma declaração de amor verdadeira e sincera.


Um Comentário

  1. Sempre vejo ótimos comnetários sobre este livro, não aqui ainda nos sebos de Aracaju, agora fiquei doida pra achar!

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