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Olá, apaixonados por livros!

Hoje, 12/03/2020, o Museu da Língua Portuguesa reabre suas portas para escolas e estudantes, após incêndio de 2015. Datas, horários e agendamentos se encontram disponíveis no final do texto. Confiram!

Estudantes participarão de atividades dentro do Museu - lançamento HOJE.

E em um sábado por mês, a partir do dia 28, a visita será aberta a todo o público

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GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DO SEXO
Ed: **  - Editora Leya
COMPRE: AMAZON
Sinopse:
A praga do politicamente correto destrói, no campo do sexo e do afeto, inúmeras relações construídas entre homens e mulheres ao longo de milhares de anos. Relações que se formaram a fim de dar conta dessa insustentável paixão que um tem pelo outro, tanto nas suas formas legítimas, como o casamento e a família, quanto nas suas formas ilegítimas, como o adultério e os segredos de alcova. Dedico este livro a todas as mulheres e homens que sobreviverão à estupidez do politicamente correto. No caso específico das mulheres, principalmente, às mais belas, que sofrem mais com essa desgraça. Faço, aqui, uma homenagem a quem não teme o pântano que é a nossa alma. LUIZ FELIPE PONDÉ é filósofo, escritor e ensaísta. Doutor pela Universidade de São Paulo e Université de Paris VIII, Pondé é também autor dos livros Crítica e Profecia, Contra um mundo melhor, Guia Politicamente Incorreto da Filosofia e Filosofia da Adúltera, todos publicados pela LeYa. Escreve semanalmente para a Folha de S.Paulo.

O AUTO DA COMPADECIDA
Ed:  - Nova Fronteira 
Compre: AMAZON

Sinopse:
O "Auto da Compadecida" consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. É uma peça teatral em forma de Auto em 3 atos, escrita em 1955 pelo autor paraibano Ariano Suassuna. Sendo um drama do Nordeste brasileiro, mescla elementos como a tradição da literatura de cordel, a comédia, traços do barroco católico brasileiro e, ainda, cultura popular e tradições religiosas. Apresenta na escrita traços de linguagem oral [demonstrando, na fala do personagem, sua classe social] e apresenta também regionalismos relativos ao Nordeste. Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962, por Sábato Magaldi "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro".