► Sinopse: Nessib (Antonio Banderas) e Ammar (Mark Strong) são líderes de seus povos e após a derrota do segundo para o primeiro, um acordo implicava na entrega dos dois filhos para serem criados pelo inimigo. Criados por Nessib ao lado da filha Princesa Leyla (Freida Pinto), Saleeh (Akin Gazi) e Auda (Tahar Rahim) se tornaram homens. Enquanto um só pensa em retornar para as terras do pai, o outro só quer saber de ler e conhecer cava vez mais coisas. Enquanto isso, uma nova disputa por terras está em curso, tendo em vista que um pequena faixa de terra esconde sob o solo um valioso e cobiçado líquido negro: o petróleo. Para completar, Saleeh tenta fugir das garras de Nessib, mas o plano não saiu como ele imaginava.
Ola queridos!

Essa postagem é automática e pretendo fazê-la assim daqui para a frente toda a sexta-feira. Fazia postagens sobre filmes aleatoriamente, mas decidi fazer todas as sextas para que vocês possam ter alguma dica legal para assistir no final de semana e espero que gostem da dica de hoje! E se você já assistiu deixa tua opinião aí...


Vamos lá... O filme que vou indicar hoje é O Príncipe do Deserto e se você chegou até aqui, já deve saber porque esse filme foi escolhido por mim para ser assistido não é mesmo? E se você pulou a sinopse vou dizer qual é o meu motivo... ele começa com Antônio e termina com Banderas... rsrs...

Sem falar na temática né? Quem me conhece sabe que eu, toda trabalhada nos ideias feministas, lá no fundo, curto um árabe 'tudibão' e nesse filme tem um bom apanhado deles... começando pelo Banderas...

O foco do filme não é o romance, mas sim as intrigas, as diferenças entre duas tribos e os ideias de simples bibliotecário que quer o melhor para as duas famílias. Auda e o irmão foram criados por Nessibi após um tratado firmado entre os dois reis, sempre foi apaixonado por Leyla, filha de Nessibi, mas sabia que nunca teria chance alguma de tê-la. Segundo filho e sem nada a oferecer vê seu destino mudar drasticamente quando os texanos fazem um trato com Nessibi para extrair petróleo do deserto amarelo.

Nessibi está interessado no dinheiro e no que ele pode trazer para seu povo, sem se importar com a cultura ou religião do local. Compra carros, abre escolas e etc. Sempre tratou Auda e o irmão como seus próprios filhos, todos foram honrados por Nessibi com um bom posto em seu território, Auda como bibliotecário e seu irmão como soldado.

Tudo parecia que enfim melhoraria, mas o pai de Auda, Ammar é contra a modernidade, é extremamente religioso e decide retomar a guerra. Nessibi acha que Ammar está errado em não aceitar o que o mundo tem a oferecer e decide usar Auda para negociar com o pai. Inicialmente Auda se deixa levar pelo papo de Nessibi, se casa com Leyla e tudo o mais, mas enquanto empreende sua jornada decide tomar sozinho o deserto amarelo e tratar dos dois povos de forma humana e saudável.

O filme é realmente bom, o enredo interessante e nos mostra um pouco da cultura muçulmana e os principais pontos de divergência entre muitos povos daquela região. Muitos aceitam a globalização, mas a grande maioria mantem uma mente arcaica religiosa. Para quem gosta de conhecer novos povos e ainda curtir uma boa aventura é um ótimo filme.

Um Comentário

  1. Menina, eu tenho uma implicância com os filmes do Antônio Banderas. Não gosto dele como ator.
    Bjs, Ros.e

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